BRASIL CONQUISTA O BICAMPEONATO NO FESTIVAL DA EMANCIPAÇÃO DE FUTEBOL DE MESA
Edilson.
 Comandado por Edílson Romão, o time brasileiro brilhou em uma campanha histórica e incontestável
 
Na mais recente edição do Festival da Emancipação de Futebol de Mesa, a seleção brasileira reafirmou sua hegemonia na modalidade ao conquistar, com autoridade, o bicampeonato da competição. Sob o comando técnico e estratégico do botonista Edílson Romão, o Brasil protagonizou uma campanha marcada por eficiência tática, talento individual e espírito coletivo. 
A jornada começou ainda na fase de grupos, onde a equipe brasileira terminou como líder invicta do Grupo B, demonstrando solidez e preparo. A partir dali, o time mostrou maturidade e domínio em todas as etapas do torneio.
 
Quartas de final: SUPERANDO O URUGUAI
Nas quartas de final, o Brasil enfrentou a sempre competitiva seleção do Uruguai (Sérgio Carvalho), em um duelo sul-americano cheio de rivalidade. A equipe brasileira, no entanto, manteve o controle emocional e venceu por 4 a 2 em um jogo difícil e garantindo passagem para a próxima fase.
 
Semifinal: VITÓRIA TÁTICA SOBRE A ALEMANHA
Na semifinal, o desafio era ainda maior: encarar a disciplinada e metódica Alemanha. Foi um confronto marcado pelo equilíbrio e pela atenção aos detalhes. Com uma estratégia precisa e atuação firme, o Brasil(Edilson Romão) venceu por 2 a 0, gols de Coutinho e Didi, assegurando sua vaga na grande final.
 
Final: EXIBIÇÃO DE GALA CONTRA A DINAMARCA
Na decisão, o adversário foi a surpreendente Dinamarca (Rodrigo Calazans) que chegou com moral após eliminar favoritos, como País de Gales e Costa do Márfim. Porém, em campo, o que se viu foi um verdadeiro show brasileiro. Com atuações seguras e jogadas bem trabalhadas, a seleção aplicou um convincente 4 a 0, com gols de Vavá, Didi, Garrincha e Zagalo, sagrando-se campeã com todos os méritos.
 
UM TÍTULO QUE CELEBRA A PAIXÃO PELO FUTEBOL DE MESA
O Festival da Emancipação de Futebol de Mesa se consolida como um dos principais eventos da modalidade, valorizando o esporte, promovendo integração e revelando talentos. E em 2025 em sua terceira edição, mais uma vez, a taça foi verde e amarela — símbolo de um país apaixonado por estratégia, competição e, claro, vitória.